25 de Maio de 2011

Come on, follow me!

além de um blogue pessoal que não divulgo aqui (por motivos óbvios descritos no post abaixo), estou num projecto semi-profissional, semi-pessoal que é o:

30 e Picos, 40 e Tal.


Venham daí! :)

26 de Março de 2011

E tal


Do tempo em que comecei com isto dos blogs poucos se recordarão (alguns lembrar-se-ão muito bem). Desde essa altura que este afago do umbigo se tornou um acto necessário ao meu bem estar e nestes últimos tempos não lhe tem sido feita justiça. Nem a mim.
A maneira como encarei e assumi esses depoimentos quase sempre diários, ou à razão de vários por dia, foi sempre (à excepção dos últimos tempos) verdadeira e livre. A exposição foi sempre grande e o “mim” (pseudónimo dos primeiros tempos) depressa revelou a Lia. A Lia exibicionista, que não gosta que não lhe sejam atribuídas as palavras, os desejos, disparates, o todo que a compõe, anima e move. A Lia que espalha brasas, se pavoneia e, principalmente, não se dá bem com a clandestinidade. E que acredita na boa fé dos que a lêem, que gastam tempo consigo.
Pois tenho a dizer que da internet e da exposição não resultam só perigos e os que vêm nem sempre atacam de onde se espera. Às vezes dormimos com o inimigo. Às vezes as pessoas que nos são próximas são as que mau uso fazem daquilo que escrevemos, dizemos ou somos. E isso é muito feio, porco e mau.
Mas dizia eu que da exposição e da internet não resultam só coisas más e por vezes a verdade, o assumirmos quem somos, a honestidade para connosco e o partilharmos isso com os outros pode dar-nos boas surpresas.
Já na adolescência eu era menina muito assumida. Não escondia o que fazia e exibia-o com gáudio. Dos namorados às ideias, dos exercícios de estilo aos estados de espírito.
Quando há pouco tempo atrás anunciei, no blog e no Facebook (esse festim social) que precisava de trabalho, a resposta chegou de quem me conhecia só virtualmente e me acompanhava no FB porque já me lia nos blogs. Uma mulher, claro. Claro digo eu. Porque, presumo, já tinha lido de tudo e sabia ao que ia. Daí, parece-me, a cumplicidade já havia nascido.
Mas também de há uns tempos para cá deixei de usar o blog livremente e o resultado é algo que não me satisfaz e com que não lido bem. Por medo de represálias de quem agride por medo de uma “exposição colateral”.
Pois bem, o blog acaba aqui. Outra vez.
Este (blog) tomou o meu nome porque queria que fosse uma ponte de passagem para um híbrido, entre o profissional e o pessoal (coisa impossível, dirão alguns), coisa que para mim faz(ia) todo o sentido. Mas neste momento não faz sentido nenhum.
Vou cagar sentenças para outro lado porque dificilmente fico calada mas vou experimentar, talvez, manter-me anónima. Para não ser perseguida porque senão não saio do mesmo.
Por outro lado há uma ideia que arrasto há uns anos de um blog com um carácter mais “editorial” e que aborde os temas que me interessa debater e pelos quais não me canso de epernear. Esse assino, certamente. E darei notícias. E não será só meu. :)
Se quiserem saber de mim entretanto, principalmente os que me seguem dos tempos do Tolice e do 5-au-Sac (depois 6-au-Sac e ainda 4-au-Sac), podem sempre enviar-me um email, a que terei gosto em responder quando possível.
O endereço está ali em cima nos contactos.
Este blog talvez volte a renascer quando precisar de o aliar a um perfil profissional que ainda não tive tempo de pôr em prática no website da empresa que criei. Não estou a falar d’A Ferreirinha. É outra coisa e passa por muito daquilo que sou. Mas logo falarei disso.
Agora beijinhos e abraços!
E obrigada!
:) 

P.S. - E só para partir a loiça e acabar em beleza, aqui fica o link para aquele post que alguns recordarão e que outros podem passar a conhecer.
Beijos! :)

24 de Março de 2011